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11 de junho de 2011

Espírito do Rugby X - Nahuel Silvestrini

O Rugby de uma forma geral, tem diversas histórias fantásticas contatadas por diversas pessoas que são apaixonadas por esse esporte e vivem ele 27 horas por dia. Tive a oportunidade de ouvir algumas dessas histórias que coloco abaixo em forma de resposta com Nahuel Silvestrini.
  1. Ficha técnica. Me chamo Nahuel Ernesto Camano Silvestrini, tenho 23 anos, formado em Biologia pela PUCRS. Comecei com 5 anos na França num time pequeno aos 8 anos voltei para Porto Alegre e somente consegui jogar de novo no Charrua. Cara posso jogar de qualquer coisa, aonde o treinador me colocar, mas ano passado joguei de abertura/centro e este ano estou de half (posição que eu mais gosto).  Foi num sábado de noite, eu abri a Zero Hora e tinha 2 páginas de materia sobre o rugby e sobre o Charrua que ia se apresentar em Canela e fomos no domingo mesmo para poder jogar, até hoje ninguém fez uma matéria tão grande como aquela! Em 2006 eu era do Charrua mas estava morando na Argentina jogando no Club Atletico del Rosario, quando voltei por algumas diferenças troquei de clube e ajudei a fundar o San Diego Rugby junto ao Diego Dias e Jorge Silvestrini.
  2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Jogo faz muito tempo, pelo menos 9 anos, quando comecei no Charrua depois fui para o San Diego. Quando era pequeno morava na França. Lá todo o mundo conhece o Rugby e foi pequeno mesmo que joguei meu primeiro jogo. Quando retornei para Porto Alegre não havia rugby, tive que esperar 6 anos para poder voltar a jogar.
  3. Contra quem foi sua primeira partida? Eu não lembro meu primeiro jogo, mas quando tinha 15 anos eu jogava no Charrua já porque não tinha juvenis. Me lembro de um jogo contra o Curitiba em Florianópolis no campestre se eu não me engano. Na época nós perdemos mas faz muito tempo, tinha jogadores como o Otávio, Nilson, Marcos, Mauro (paulista fundador), Fernando ”Bike”, Ismael "Pantufa" e alguns que eu não me lembro.
  4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? Jogo que considero inesquecível, pelo Charrua teve um jogo em Rivera contra o Arlequines no estádio Atílio Paiva, e perdemos no último minuto do jogo. Para o San Diego o meu jogo inesquecível foi contra o Charrua mesmo, que conseguimos virar nos últimos minutos e ganhamos, teve muita festa aquela noite.
  5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? Quando morava na Argentina eu vi o time que eu jogava, CAR, contra o SIC em casa e ganhamos 33 a 31 nos últimos minutos foi inesquecível e todo o clube ficou cantando e pulando quando acabou o jogo. O que foi muito legal também foi ir no terceiro tempo e ver os jogadores bêbados amigos de todos, querendo dançar, se divertir como qualquer pessoa depois de um jogo muito duro de rugby.
    Gênial
  6. Qual o seu jogador preferido e por que? Jogador inesquecível... O Juan "Fernet" Diaz é totalmente esquecível mas não conta né? Eeheehhe. Tinha um pilar no CAR José Zeida que era uma pessoa que entregava todo o coração que tinha nos jogos e Sebastian Ibañez era um centro muito pequeno tipo Ricardo “mano” do San Diego mas era um animal no jogo, nunca vi alguém passar por ele e isso que ele jogou contra Pumitas, Pumas sevens. No Brasil existem jogadores muito bons, o próprio Diego era um animal tackleando e para colocar energia no grupo, o Ige do Desterro joga muito bem cara forte rápido e inteligente para jogar, Sylvain Hamel foi um francês que jogou com a gente no ano de 2009 e o cara era uma luz, muito rápido, sabia tacklear e trocava a corrida de sentido sem perder a velocidade. Dos jogadores internacionais meu preferido foi Justin Marshall half scrum da seleção neozelandesa. Alguém que eu acho que merece um espaço extra seria Jorge Silvestrini, ele fez um trabalho muito importante na federação gaucha de rugby. Conseguiu organizar campeonatos para todo mundo, tem cada vez mais jogadores e clubes no estado, tivemos pela primera vez seleções em todas as categorias com ótimos resultados, mais árbitros para todo o estado. As coisas realmente estão melhorando muito, ao meu ver foi um salto de qualidade incrível.
  7. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? TODA. Tenho o que eu tenho por causa do rugby, tanto pessoal, como profissional, como de lazer. Fiz amigos pelo rugby, trabalho e estudo com mentalidade de rugby, ou seja, de fazer meu melhor sem parar e dar meu todo para minhas responsabilidades.
  8. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? Eu espero que mude a mentalidade, o San Diego acha que sem treinar se pode sair campeão, que sem humildade tu pode ser uma boa pessoa, que treinando sério somente uma vez por semana não dá para ganhar de times como Charrua, Farrapos, Curitiba, Desterro, BH, etc. Temos 12 na terça, 10 na quinta e 40 nos sábados, impossível de melhorar assim. Os jogadores ainda não sabem o que quer dizer a palavra COMPROMISSO, RESPONSABILIDADE e AMOR PRÓPRIO. Até que esses jogadores aprendam isso nunca vamos ser mais do que um grupo de pessoas que se juntam 3 vezes por semana para jogar Rugby de vez em quando.
  9. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. Joguem Rugby, se dediquem e conseguirão tudo que vocês precisam para ser feliz, amigos, garra, coração, amor próprio, respeito.
  10. Consideração final e um som que você acha que combine com o Rugby. GILDA -  No me arrepiento de este amor.
P.S¹ - Diz pro Juan que no jogo contra o Charrua eu vou devolver o tackle atrasado que ele me deu na ultima vez que jogamos contra, que vai ser tão atrasado que até no terceiro tempo ele vai se preocupar por onde eu vou aparecer para pegar ele. E que ele é uma menina bebendo fernet.
P.S² - Falta uma perguntas mais engraçadas! ehehhehehehe

26 de maio de 2011

Espírito do Rugby IX - Lucas Piero "Bruxinho"

O Rugby te proporciona algumas boas amizades ao longo do tempo, algumas dentro do seu clube, outras fora. Um grande amigo que eu tive a honra de jogar contra e o prazer de treinar junto em algumas (poucas) ocasiões e que eu tenho a felicidade de entrevistar nessa edição. Direto da ilha da magia, Bruxinho.
  1. Ficha técnica. Lucas Piero, jogo de 3° e 2° linha, tenho 19 anos e sou Desterro Rugby Clube.
  2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Jogo rugby a dez anos e conheci por influência do meu pai que também jogava no Desterro.
  3. Contra quem foi sua primeira partida? Cara... Vou dizer que não lembro... Tinha nove anos de idade quando comecei e sempre joguei com o juvenil (m19), mas como era muito novo, normalmente eu entrava nos últimos minutos das partidas, mas o primeiro campeonato que eu tenho na cabeça foi um catarinense em que separamos o Desterro em maiores de 21 anos e menores de 21 anos, time que ficou com o nome de ''Vento Sul''. Eu tinha 12 anos na época e joguei pelo Vento Sul.
  4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? Putz.... Aí fica difícil.Vou falar um momento pela seleção: Em 2009 viajamos para a argentina com a seleção m19, tinhamos acabado de ganhar o sulamericano B no ano anterior e tinhamos subido para o A, coisa que não acontecia desde 1999. Estávamos totalmente desacreditados, nossas passagens de volta ja estavam compradas antes mesmo do resultado dos jogos e nem a comissão técnica botava muita fé em nosso grupo. Sabíamos que não ganharíamos do Uruguai, muito menos dos Pumas, mas tínhamos convicção que podíamos fazer um bom jogo contra o Chile e contra o Paraguai. O primeiro adversário foi o Chile... Jogo muito duro e rápido, mas a nossa defesa foi impecável e o jogo terminou em 9 a 0 para eles. Sem terem marcado um único try. Depois jogamos contra o Paraguai...Os caras eram enormes, muito grandes mesmo, mas nós não nos intimidamos pelo tamanho deles e conseguimos vencer, foi emocionante...
  5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? Sem sombra de dúvida Brasil x Argentina nos campeonato sulamericano de sevens esse ano, aí em Bento Gonçalves!!!
  6. Qual o seu jogador preferido e por que? Me espelho muito em jogadores do meu clube, mas em especial no Ige... É muito legal jogar com um cara que tem a experiência que ele tem, além do mais meu pai jogava com ele quando ele era mais novo!
  7. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? Sou quem sou hoje graças ao Rugby... É um esporte que nos da muitas virtudes: união, companheirismo, foco nos objetivos, amizade, confiança em quem esta do seu lado e determinação são só alguns dos exemplos... E o mais legal é que tudo que aprendemos dentro de campo podemos levar na nossa vida fora dele e depois de um certo tempo envolvido com o Rugby percebemos que é muito mais do que um simples esporte.
  8. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? Esperamos fazer um papel cada vez melhor, evoluindo cada vez mais. Ano passado fomos vice campeões e com certeza a meta desse ano é sairmos vencedores do campeonato brasileiro.
  9. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. Sugiro que tentem conhecer mais do esporte antes de criarem pré conceitos errados. O Rugby é muito mais do que um bando de loucos se degladiando atrás de uma bola oval. Nele fazemos amizades que levamos para a vida inteira, aprendemos o que é confiar no companheiro e descobrimos quais são nossos limites.tenho uma paixão tremenda por esse esporte e sugiro que os que tenham alguma curiosidade que experimentem.tem uma frase que descreve bem como é o sentimento: ''Se o Rugby é só um esporte, o coração é so um orgão''.
  10. Consideração final e um som que você acha que combine com o Rugby. O Rugby vem crescendo muito nos últimos anos aqui no Brasil e os resultados obtidos nos campeonatos são reflexo disso. Tenho certeza que o futuro do Rugby brasileiro nos reserva muitas alegrias.All Nightmare Long do Metallica
    a Patifaria agora está no twitter! =D Sigam (apenas) os bons! @apatifaria 

25 de abril de 2011

#Edição Especial# Espírito do Rugby VIII - Juan Díaz

Prosseguindo então com está super série, nada mais justo do que entrevistar uma super estrela de terceiros tempos. Um cara que é simplesmente "Mutcho loco", lhes apresento Juan "Fernet" Díaz.
Exatamente!
  1. Ficha técnica. Nome: Juan Díaz. Nacionalidade: Argentino. Idade: 23. Clubes: Charrua Rugby Clube/POA - RS (o primeiro e último). Posição: Full Back, Ponta. Marca preferida de Fernet: Branca.
  2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Jogo há 9 anos e conheci através do meu melhor amigo Nahuel.
  3. Contra quem foi sua primeira partida? Contra Guará em Canela.
  4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? Em 2006, quando ganhamos do Desterro no seu campo.
  5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? Argentina vs. França - Copa do Mundo de Rugby 2007.
  6. Qual o seu jogador preferido e por que? Não tenho nenhum preferido, mas gosto muito dos backs argentinos (Juan Martin Hernandéz, Pichot (que já era), irmãos Contempomi, Agulla, Borges, etc...)
  7. Qual o terceiro tempo que você participou que considera inesquecível e por que? Olha...Tem uns quantos, mas vou citar três somente. Dois em Florianópolis, um quando ganhamos do Desterro (que foi na casa da praia de um dos jogadores do Desterro e ficamos ULTRA loucos) e outro quando fomos jogar a Liga Sul em Florianópolis e teve um terceiro tempo onde participaram quatro times e nenhum time apresentou um atleta em condições se mexer se quer, após o terceiro tempo. E na real eu acho que chegamos a transformar o terceiro tempo em quarto tempo (nesse ai ficamos ULTRA loucos ao cubo).
  8. Conte uma história muito louca que você sabe sobre rugby. Olha... Vou te contar meu kirido!
    Eu sei de uma história, onde um jovem jogava rugby no clube que ele amava. Certa vez, dando uma banda e deixando as idéias fluirem... Este jovem e seu amigo decidiram recuperar aqueles bons terceiros tempos (de muuiiita locura) e traze-los ao clube novamente para que as pessoas que teriam ingressado ao clube mais recentemente sintam na pele o que é viver um terceiro tempo com os amigos. A ideía desses jovens não foi ruim, e dessa forma eles disseminaram a ideia para os amigos do clube e todos concordaram e se motivaram após este pensamento.
    Passaram-se as semanas e chego o tão esperado TERCEIRO TEMPO!
    O jovem após o jogo foi buscar a namorada em casa e tomar banho, mas quando ele chegou no terceiro tempo percebeu que tudo tinha fugido de controle! As pessoa caminhavam como macacos! O hooker dançava funk enlouquecidamente, o terceira não sabia o que estava fazendo e tinha um cara la no bar muito louco que nao deixava o jovem pegar cerveja!
    Nesse momento o jovem se sentiu assustado e com frio (porque tinha esquecido o moletón em casa), mas ao mesmo tempo com a certeza de que a missão foi cumprida!

    Ah e era a primeira vez que ele levava a namorada para um terceiro tempo, portanto depois daquele dia... O jovem notou que a solução era não levar mais a namorada e ficar mutchooo loco empinando bira e fernet!

    É mais ou menos assim a historia... Ouvi falar que tem outras versões diferentes... Mas essa foi a que ouvi por aí!...
  9. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? A questão nao é o que espero do clube nessa temporada 2011 e sim o que o clube espera de mim e do resto dos jogadores! E acredito que o clube vem esperando por uma taça faz um tempinho.... Mas como ele faz 10 anos em 2011, nada mais justo que entregar uma Taça cheia de Fernet Branca com Coca Cola! (a taça fica pro clube...)
  10. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. O rugby é um estilo de vida, uma forma diferente de pensar, de sentir...uma maneira diferente de viver.
  11. Consideração final e um som que você acha que combine com o Rugby.
    Intoxicados con Andrés Calamaro - Fuego

8 de abril de 2011

Espírito do Rugby VII - Erick Dysiuta

Abrindo (e muito bem) os trabalhos do lado verde e negro no rugby Gaúcho, o entrevistado da vez é o San Dieguino - Erick Dysiuta.
  1. Ficha técnica. Erick Dysiuta, 20 anos. Jogo no San Diego Rugby Club como abertura, 2º centro ou ponta. Na seleção gaúcha (FRG) jogo de abertura ou centro. Já joguei na seleção brasileira M-18 de abertura.
  2. Contra quem foi sua primeira partida? Minha primeira partida foi contra o Guará Rugby Clube em Canela/RS. 
  3. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? San Diego Rugby Club x Curitiba Rugby Clube no estádio da PUCRS. Por ser um lugar muito bom de se jogar, com toda infraestrutura, bastante gente assistindo ao jogo, torcendo por ti. E, ainda mais, pelo desenrolar do jogo que foi emocionante, nervoso e tivemos que correr até o final pra conseguir vencer.
  4. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? Argentina x França na estréia da Copa do Mundo. Foi um jogo normal, que pela entrega da seleção dos Pumas me marcou muito. 
  5. Qual o seu jogador preferido e por que? Juan Martin Hernandez. Abertura da seleção do Pumas, porque ele é um jogador muito inteligente dentro de campo. Sabe analisar o jogo e jogar de acordo com ele.
    Pela seleção Gaúcha (FGR)
  6. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? Imensa. No rugby aprendemos princípios que levamos para toda a vida. União, respeito, disciplina, entre outras. Não adianta sermos uma pessoa dentro e outra fora de campo. No rugby o que aprendemos dentro de campo levamos para fora dele. 
  7. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? Espero que o San Diego Rugby Club se estruture da melhor maneira possível, conseguindo patrocínios (que é muito difícil para este esporte hoje em dia) e que consiga ir bem nos campeonatos que irá disputar. 
  8. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. O rugby não é um esporte violento, como a grande maioria pensa ser. Ele é, sim, um esporte de contato, firme, que busca sempre a alegria e o respeito dos jogadores. Pois se não houvessem os adversários não teriamos jogos. E estar em campo correndo com a bola traz uma alegria inexplicável.

    27 de março de 2011

    Espírito do Rugby VI - Eudes Correa

    Tirando um pouco da poeira. Damos continuidade a série mais legal de todas com mais um blindado oriundo do litoral. Eudes Correa.
    1. Ficha técnica. Eudes Correa, 29 anos, hooker. Iniciei no rugby em 2009, quando tiveram inicio as atividades no Osório Rugby Clube, no qual sou vice-presidente.
    2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Desde 2009! Conhecia desde 2007, quando a equipe do Minuano (de Osório) disputava o Estadual de Ten-a-side. Fotografei a etapa na cidade.
    3. Contra quem foi sua primeira partida? No mesmo ano de 2009. Um amistoso em Osório contra a equipe do Pampas. Joguei 7 minutos e torci o tornozelo, o que me fez parar 3 meses =/
    4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? Osório x San Jorge, da Argentina, pelo torneio Soul Rugby 2010. Era a temida equipe que defendia o título do torneio. O primeira try da partida foi marcado pelo Osório e ouvir toda a torcida gritando foi demais!
    5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? Assisti poucos jogos. De union vi um só: Charrua x Farrapos pela final do Gaúcho. Não diria inesquecível, mas bem marcante.
    6. Qual o seu jogador preferido e por que? Rodrigo Roncero, Los Pumas. Batalhador.
    7. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? Há pouco mais de um ano meus finais de semana têm sido diferentes. Quando não tem treino parece que falta alguma coisa. O companheirismo formado do clube tenho certeza que ficará pra toda a vida.
    8. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? Renovamos com o treinador Guilherme Marques para o próxima temporada. Foi ele quem fez o Osório sair do zero para disputar algumas posições com clubes de tradição no Estado. Com isso, espero que em 2011 sigamos nesta evolução passo a passo e que tem sido muito satisfatória.
    9. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. Principalmente para os que nada conhecem do esporte, vou falar aqui o que falo para muitos conhecidos. Venha pelo menos ver um treino de Rugby. É o primeiro passo pra termos mais um praticante no clube.
    10. Consideração final e um som que você acha que combine com o Rugby. O medo não há! Música: Semadura - Vitor Ramil e Fogaça

    19 de fevereiro de 2011

    Espírito do Rugby V: Leonardo Luigi Giacomet

     Dando continuidade a série mais do que legal do mundo (nesse blog). O entrevistado da vez foi um dos primeiros que eu conheci dentro do Charrua em meados de 2006. Leo Luigi.
    1. Ficha técnica. Leonardo Luigi Simões Pires Giacomet, 24 anos. Posição? Olha, em diferentes etapas da minha vida já joguei de Hooker, Pilar, Terceira Linha e Centro, mas a que mais gosto e acho que ofereço mais é Terceira Linha :). Clubes: Joguei sempre pelo Charrua Rugby Clube, mas ajudei a fundar o Lanceiros Negros Rugby Clube, junto com grandes amigos meus de Canoas.
    2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Jogo desde Outubro de 2004, pra ser mais preciso, treino desde outubro de 2004, pois apenas joguei em março do ano seguinte. O rugby conheci primeiro como "futebol americano sem proteção" e com uma experiência ruim de meu irmão, que é amigo do Ricardo Linhares, ambos foram treinar mas apenas o Linhares continuou. Uns anos depois encontrava o Linhares na academia e ele me incomodava pra ir treinar, ver como era. Mas eu nunca ia. Na faculdade conheci então o Thiago Rosa que começou a treinar no começo de 2004, se não me falha a memória. Aí sim todos os dias ele incomodava a mim e outros colegas de faculdade (os fundadores do Lanceiros Negros) a irem treinar. Então juntando forças de encheção de saco de ambas as partes, Fui eu e o Jeferson Camargo (Lanceiros Negros) treinar pela primeira vez, na primeira turma da formativa, com o Diego Heldt e o Álvaro como treinador..
    3. Contra quem foi sua primeira partida? Contra o Rio Branco Juvenil, na 1ª etapa Sul Brasileira de Rugby Juvenil e Feminino
    4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? Charrua x Desterro pela 'final' da Liga Sul de 2007 . Que perdemos.
    5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? Charrua x San Diego 2008 na PUC. Que perdemos.
    6. Qual o seu jogador preferido e por que? Richie McCaw, tá sempre em todas as bolas, todos os Rucks, vira ruck como só ele.
    7. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? Toda. Quase todos meus amigos se não são do Rugby eu já fiz passarem pelo Rugby, minha vida mudou significativamente, pra melhor, depois do Charrua, junto com o Rugby.
    8. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? Que o Charrua volte ao seu merecido lugar, que nosso nome seja novamente um exemplo, que não só ganhemos com o Feminino, Adulto, Juvenil, Infantil, mas que também continuemos sendo a família Charrua, que nos distingue da grande maioria dos outros clubes. E que voltemos a ter o melhor Terceiro Tempo do Brasil :P
    9. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. Rugby é 100% sucesso total.
    10. Consideração final e um som que você acha que combine com o Rugby.

    28 de janeiro de 2011

    Espírito do Rugby IV: Augusto Giordani - Guto

          Trazido pelos ventos de Osório, Augusto Giordani é o nosso entrevistado da semana.
    1. Ficha técnica. Meu nome é Augusto Giordani de Souza, tenho 26 anos, sou Licenciado em Educação Física pela Faculdade Cenecista de Osório, trabalho como instrutor, Personal Trainer, preparador físico, e com desenvolvimento motor infantil. Fui idealizador e fundador do Osório Rugby Clube, sou presidente e capitão da equipe, treinador da equipe feminina e atualmente também atuo como preparador físico da Seleção Gaúcha de seven feminina. Jogo de abertura e full back.
    2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Conheci o rugby no segundo semestre de 2007. Buscava um esporte que fosse inclusivo para trabalhar na escola, e logo me deparei com o rugby numa busca na internet, onde encontrei o site do Charrua, entrei em contato, e o pessoal me repassou para Nilson Taminato, que era o responsável pelo Grupo de Desenvolvimento do Rugby no estado. Assim recebi o material e mesmo sem nunca ter treinado iniciei os trabalhos em Osório, minha cidade.
    3. Contra quem foi sua primeira partida? Minha primeira partida foi contra o San Diego, no torneio pré-gauchão de 2008, realizado pelo Guaíba Rugby Clube, na cidade de Guaíba. Foi nosso primeiro jogo, e realmente foi difícil, pois a falta de conhecimento dificultou bastante, frente a experiência que o San Diego possuía. Mas é assim que as coisas começam.
    4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? O jogo contra o San Jorge, da Argentina, no torneio de seven a side da Soul Rugby no final de 2010. Nosso time vinha de um ano de muito desenvolvimento, mas não havíamos ainda consolidado a confiança, mesmo entre alguns jogadores. A partida contra o San Jorge (que era atual campeão do torneio) representou isso, pois entramos perante muitos, candidatos a ser massacrados pelo San Jorge, mas a partida se desenrolou de forma diferente, pois chegamos a estar na frente do placar várias vezes e no final o jogo acabou empatado. Isso consolidou todo o trabalho do ano, deu confiança aos jogadores, e com certeza fez as pessoas presentes olharem o Osório com outros olhos . Ser capitão desta equipe nesta partida tão disputada e cansativa é algo que jamais vou esquecer.
    5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? O primeiro jogo da primeira Seleção Gaúcha de Rugby contra a seleção de desenvolvimento do Uruguai, no campo do Carrasco Polo, em Montividéu. Estar presente assistindo essa partida, a primeira partida de um selecionado Gaúcho, e com vitória, não tem preço.
    6. Qual o seu jogador preferido e por que? Realmente é complicado escolher um único jogador, pelas diferenças em habilidades que o rugby nos apresente, acabamos nos identificando com vários jogadores, mas sempre me espelhei nos jogadores aqui do sul, principalmente naqueles que ajudaram a iniciar toda essa história, e possibilitaram a continuidade do esporte. Um desses caras, que sempre observei é Daniel Loureiro Mendez (Blanquito), pelo estilo de jogo, por jogar de abertura , ser capitão do Charrua e da primeira seleção Gaúcha.
    7. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? O rugby é minha vida. Não tomo decisão nenhuma, seja profissional ou pessoal, sem antes pensar em como ficaria o rugby, como ficaria meu clube e meus companheiros.O rugby mudou a minha vida, e devo muito a ele, e faço o que for preciso pra continuar desenvolvendo e incentivando o rugby no Brasil.
    8. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? Espero o melhor, como sempre.Temos uma filosofia aqui no Osório, e damos um passo de cada vez, sempre tendo consciência do que somos, e de onde viemos, procurando sempre fazer o melhor dentro de nossas limitações, sempre tendo os pés “no chão” e pensando a longo prazo. Assim continuamos centímetro a centímetro, trabalhando duro, com afinco, pois sabemos que no final o “rugby vem”. 
    9. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. O rugby é um esporte intenso, em todos os aspectos que o envolvem, em sua filosofia, seu treinamento duro, em seus jogos mais duros ainda, nas relações com os companheiros, em toda sua extensão, é algo que você jamais vai viver em qualquer outro esporte. É onde nos colocamos à prova, e realmente descobrimos quem somos e de que somos feitos, se temos coragem ou não, se somos aguerridos, ou se fugimos da peleia, se estamos dispostos a nos sacrificar para o bem comum, o bem de nossas equipe e de nossos companheiros, se temos humildade para respeitar os adversários, tanto na vitória quanto na derrota, se temos coração para levantar a cada tombo e seguir lutando, sem jamais desistir. E o que você é dentro de campo, você é na sua vida diária.
    10. Consideração final e um som que você acha que combine com o Rugby. “Ser rugbyer é saber que o comprometimento, a disciplina e todos os valores do Rugby estendem-se além do gramado e do clube e que se devem levar a todos os ambientes da vida”
    Um som que curtimos muito por aqui, e que tem ligação com nosso clube é Semeadura na versão do Rock de Galpão.
    "Nós vamos prosseguir companheiro
    Medo não há!
    No rumo certo da estrada
    Unidos vamos crescer e andar"

    20 de janeiro de 2011

    Espírito do Rugby III: Aline Delfim - Thosca

          Abrindo bem os trabalhos na ala feminina da série. Com a Thosquinha! 
    1. Ficha técnica. Nome: Aline Delfim. Apelido: Thosca (um dia Thosquinha, hehehe). Idade: 23 anos. Time: Charrua Rugby Clube. Posição: Half-scrum/Abertura. Currículo: Profissional liberal (publicidade/marketing direto e promocional) e empresária no ramo da comunicação em geral. Atualmente, migrando para o curso superior de Publicidade e Propaganda, depois de deixar a amada Biologia por opção de mercado.
    2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Jogo há 8 anos. Conheci o Charrua Rugby Clube em 2002, quando corria na pista atlética do Cete (Menino Deus) as terças e quintas-feiras. Um dia me entusiasmei quando vi uma menina participando dos treinos, aí resolvi saber maiores informações sobre o esporte, e dalí nunca mais saí.
    3. Contra quem foi sua primeira partida? Minha primeira partida foi contra o time da UFSC (Santa Catarina), que hoje já não existe mais.
    4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? Todos que consegui jogar antes de desviarem meu septo nasal com uma cotovelada, no Valentin Martinez de 2009 e todos os de Córdoba (Sul Americano), que jogamos ten-a-side.
    5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível?  Charrua X Curitiba 2007 (liga-sul categoria masculina), Charrua X San Diego 2010 (campeonato gaúcho categoria masculina).
    6. Qual o seu jogador preferido e por que? Hmmm, deixa eu pensar... ex-jogador Carlos Spencer (abertura All blacks), Jonny Wilkinson (abertura Inglaterra), Pichot e Contepomi (half-scrum e abertura Pumas)
    7. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? Primeiro: pelo esporte não ser só um esporte, e sim uma filosofia de vida. Segundo: por ser um esporte que "abraça" a todos, não tendo preconceito nenhum com o tipo de atleta. Basta ter muita força de vontade, disciplina e pronto!! Terceiro: por fazer minha vida dar vários saltos desde quando era uma "fedelha", me proporcionando, dia-a-dia, a melhor convivência com minhas colegas de clube, meus amigos e minha própria família; a grande ajuda na formação do meu caráter; o desenvolvimento da minha profissão, etc... Quarto: por fazer juz a minha carreira como atleta, que sempre quis ter e compartilhar com meu pai, por exemplo. Quinto: Por ser um esporte ímpar, onde a garra e a raça são fatores principais para persistir dentro de campo. Você dá tudo por uma camiseta!! Você dá tudo por um único momento!! Você dá tudo pelo seu time!! ...entende??
    8. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? Aquilo que está ao nosso alcance, ou seja, o que for merecido com muito suor e dedicação. Podemos sempre!! ...e o que espero anciosíssima é estar entre os 4 primeiros times femininos do ranking nacional.
    9. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. Perca 2 horinhas do seu tempo pra assistir um treino do Charrua Rugby Clube. Tenho certeza que seu olho brilhará e a vontade de se tornar um jogador de rugby será extrema!!
    10. Consideração final e um som que você acha que combine com o Rugby. Só tenho a agradecer à todos que ajudaram de alguma forma com o crescimento e desenvolvimento do rugby aqui no RS, pois não sei que sentido minha vida teria sem esse esporte imensurável, e que com certeza é minha grande paixão. OBRIGADA, OBRIGADA E OBRIGADA!!
    #somnacaixadj! System of a Down - Aerials
    http://www.youtube.com/watch?v=nSiTbkpbnUs

    13 de janeiro de 2011

    Espírito do Rugby II: Erick Sabadini - Jamantinha

          Dando seguimento a essa série, continuamos com um amigo, companheiro de seletiva, Jamantinha do Rugby São Carlos/SP. Dalhe!

    De Hooker pelo Pasteur
    1. Ficha técnica geral. Me chamo Erick Zanderin Sabadini, no rugby tenho um apelido, é Jamantinha, tenho 20 anos, jogo pelo Rugby São Carlos(São Paulo), sempre joguei de primeira linha, com algumas atuações de segunda-linha muito tempo atrás, agora jogo especificamente de hooker e também, sou treinador da categoria de base do time de São Carlos.
    2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Quando tinha 14 anos, conheci o rugby por um amigo meu, que um dia chegou ralado, algumas partes roxas e perguntei o que ele tinha feito. Ele disse que tinha ido ao um campeonato de Rugby. Fiquei curioso no momento que ele disse isso. Pensei comigo que merda essa? Ele me explicou mais ou menos e me chamou pra treinar, fiquei com um pé atrás mas acabei indo. Cheguei lá, um bando de muleque, e um cabeludo doidão dando o treino, confesso que fiquei com medo, então só assisti, então, no outro dia de tanto ele me encher o saco de novo, eu fui, e fui pra treinar, e depois de 7 anos, eu ainda to indo lá pra treinar e jogar!
    3. Contra quem foi sua primeira partida? Sinceramente, não me lembro muito bem da minha primeira partida, mas me lembro do primeiro campeonato. Lembro que foi uma merda pra mim, não tinha muito noção do que era o Rugby ainda e chegamos jogando com times que já eram mais experiêntes que a gente, mas acho que foi contra um time de São José do Campos, chamado Vale do Sol, acho que esse time não existe mais.
    4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? Foi no Uruguai, no Valentin Martinez Nin, fui como jogador do Pasteur, foi o jogo do segundo dia, às 9h da manhã, aquele frio e garoando, contra um time Argentino que eu não me lembro o nome, lembro que o uniforme dos caras era amarelo com listras azuis, foi o único jogo que ganhamos, e como não existe coisa melhor do levantarem seu ego, eu fui elogiado, por algumas pessoas que estavam ali, um dos elogios, foi feito pelo Clair, pra quem não conhece, ele jogou muito anos na Seleção Brasileira de Rugby, e eu jogo na mesma posição que ele.
    5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? Não foi tanto pelo rugby, mas pela importância da coisa, acho que um jogo inesquecível pra mim, Brasil contra Trinidad e Tobago, pelas eliminatórias da copa.
    6. Qual o seu jogador preferido e por que? É difícil escolher um em especifico, tem muita gente boa, mas tenho algumas simpatias de estilos de jogos, Tana Umaga, Carlos Spencer, Frédéric Michalak , Bakkies Botha, Victor Matfield, John Smith, Rodrigo Roncero e por ae vai.
    7. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? Em tudo, na disciplina, nos estudos, tudo na minha vida, segue o rugby, o espírito de camaradagem, de respeito as outras pessoas, aos adversários, de como se focar pra passar em cima de obstáculos.
    8. O que você espera do seu clube nessa temporada de 2011? Espero a taça de campeão. hahaha. 
    9. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte. 
      Seria meio egoísmo da minha parte, dizer que é o melhor esporte, como não posso dizer isso, posso dizer que é um dos melhores, não existe um esporte que possa reunir tantas pessoas, com tantas diferenças, tem espaço, pro baixo, pro alto, pro médio, pro lerdo, pro rápido, pro velho, pro novo, pro gordo, pro magrelo, pro bombado, pra mulher, pra menina, pro canhoto, pro destro. E quando alguém assisti a um jogo pela primeira vez, acha tudo aquilo uma bagunça, mas quando aprende alguma coisa sobre o esporte, vê que é um dos esportes mais organizado que existe, cada um com sua função no time, o respeito entre os jogadores e principalmente com os árbitros. Não seja preconceituoso, com esse esporte, ele não é preconceituoso com ninguém, há lugar para todos que queiram estar lá no campo. É só querer. E não tem sensação melhor de estar em campo, ao lados dos amigos, e quando soa primeiro apito, a adrenalina sobe proporcionando uma sensação agradável e indescritível.
    10. Consideração final e um som que você acha que combine com o Rugby. Bom, não sei se o som combina com o Rugby, mas eu ouço sempre antes de entrar em campo, bem, acho que pra mim combina, é a música Horse called war de Zakk Wylde. Bom, se alguém  me perguntar qual esporte se deve praticar, logicamente que eu direi o rugby, mas se esse alguém não tiver coragem e comprometimento, mandei praticar qualquer outro esporte, também, o importante é não ficar parado.
    Chegando pra limpar. Pelo São Carlos.

    6 de janeiro de 2011

    Espírito do Rugby I: Guilherme Marques

          Uma das novidades desse ano será essa série bacaninha que começo hoje. "Entrevistando" amigos, inimi.... adversários, companheiros de clube, de outros clubes etc... As perguntas serão (quase) sempre as mesmas e para abrir bem os trabalhos começamos com um grande amigo Guilherme Marques.
    1. Ficha técnica. Guilherme Marques, 24 anos, bacharelando em Ed. Física, Coach nível 2 da IRB, atleta do Charrua RC, treinador do Osorio RC, atleta seleção gaúcha, treinador seleção gaúcha de seven feminino. Hooker, Asa, Half-Scrum.
    2. Quanto tempo joga e como conheceu o Rugby? Desde criança sempre ouvi de meus colegas no futebol que eu jogava uma "bola quadrada", então procurei um esporte onde ela realmente fosse. Em 2004 foi o ano que eu tive meu primeiro contato com o Rugby e com o Charrua RC. Em 2005 interrompi minha carreira como jogador para servir. Uma coisa leva a outra, e meu retorno foi só em 2008. Atualmente vivo o Rugby em varias áreas de minha vida, profissional, social, e etc, e não conseguiria mais separa-ló.
    3. Contra quem foi sua primeira partida? Minha primeira participação oficial em campo foi no antigo formato do campeonato gaúcho de Rugby. A etapa era em Osorio, o anfitrião era o Minuano RC, o jogo era Ten-a-side e o clima não favorecia o desporto. Minha estréia foi na primeira linha como Hooker, nada melhor para experimentar um esporte de contato. A falta de luz encurtou esta experiência, e nos classificamos em 4º na etapa. Antes disso, não oficialmente, participei de alguns amistosos e campeonatos internos do Charrua RC.
    4. Qual jogo que você jogou que considera inesquecível? Todo clássico (Charrua vs San Diego) é um jogo inesquecível, não é atoa que é um clássico, mas vou sempre me lembrar do nosso ultimo embate no CRG. Nosso grupo vinha de uma grande renovação no plantel, depois de altos e baixos precisava-mos nos consolidar de vez para disputar o caneco de forma competitiva, e o duplo encontro com o San Diego na tabela do CRG no fez esse favor.
    5. Qual jogo que você assistiu que considera inesquecível? Essa é fácil. África do Sul vs Nova Zelândia em Pretoria, África do Sul, valendo o Tri Nations, com a vitoria arrasadora da Nova Zelândia.
    6. Qual o seu jogador preferido e por que? Meu jogador preferido é : João " Barney " Petry. Jogador que tive o prazer de conhecer e a honra de dividir o campo. O Barney era pilar cabeça dentro do Charrua RC Intermedia e traduzia a palavra doação.
    7. Qual a influência que o Rugby tem na sua vida? Eu sou bacharel em relações publicas, eu sou tenente de infantaria da reserva, já toquei na noite, já fiz graffity, e nada disso me cativou tanto quanto o Rugby. Hoje em dia faço faculdade de ed física na sogipa e alem de minha paixão quero fazer do Rugby meu ganha pão.
    8. O que você espera do Charrua nessa temporada de 2011? O que lhe é de direito.
    9. Deixe uma mensagem para as pessoas que conhecem pouco ou nada do esporte e um som que você acha que combine com o Rugby. Qual é o seu limite? Quais os obstáculos que se apresentam em seu caminho? Você é quem faz o seu destino, você é quem estipula seus limites, os obstáculos, esses existem, mas nunca são intransponíveis, tudo depende de sua motivação, de como você encara a vida. Não ta morto quem peleia!
      Moleque atrevido - Jorge Aragão
      "Por isso vê lá onde pisa. Respeite a camisa que a gente suou. Respeite quem pode chegar onde a gente chegou"

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